Não correm bons tempos para o atlantismo, que atravessa uma grave recessão, guerra comercial, o desacordo em perguntas ambientais ou, alguma coisa tão sensível, como são as sanções ao Irã. Também os investimentos dos países europeus em defesa. Stoltenberg arena em Madrid, na terça-feira pra manter o seu primeiro encontro com o presidente Pedro Sanchez. Foi uma refeição de serviço de três horas no Palácio Da Moncloa.
Atualmente, Portugal é o terceiro estado com menor orçamento de defesa, segundo o percentual do PIB, com só 0,noventa e dois por cento. O intuito é que todos os países aliados atingirem em torno de 2 por cento em 6 anos. O secretário-geral da OTAN recebe o ABC no edifício porta-Voz Da Moncloa, onde o departamento de intercomunicação do Governo disponibilizou gentilmente uma sala pra entrevista. Quais são os assuntos que tratou com o presidente Pedro Sánchez?
conversámos a respeito da seriedade da próxima Cimeira, onde iremos afirmar a unidade transatlântica e explicação. Apesar das diferenças existentes em focos como o comércio ou o acordo climático, estamos dispostos a nos unificar para nos defender e nos defender uns aos outros.
O presidente dos EUA, Donald Trump, enviou cartas para os Governos da OTAN, entre eles o português, demandándoles mais investimentos em defesa. Você descobre que essas cartas, condicionarão a Cimeira de Bruxelas? O chamado “repartição de encargos íntegro” entre os aliados da OTAN será uma questão fundamental, que abordaremos, sem sombra de dúvida. Todos os países aliados prometeram na Cimeira de Cardiff de 2014 travar os cortes em defesa e ampliar os orçamentos.
A legal notícia é que todos os aliados cessaram os cortes no orçamento de defesa e começaram a aumentar. Também Portugal. Mas, ao mesmo tempo, ainda temos um alongado caminho a percorrer: necessitamos investir mais, já que vivemos em um mundo imprevisível, com algumas ameaças e desafios.
eu Compreendo que todos os políticos preferem investir em educação, saúde e infra-estruturas. Quando eu era ministro de Finanças da Noruega, pela década de noventa, fui responsável por diminuir os gastos de defesa em meu país, visto que as tensões diminuíam com o término da Guerra Fria.
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A dificuldade retorna quando as tensões crescem, como é o caso sem demora, e não ampliar estes investimentos. Temos uma Rússia mais desafiador, o terrorismo ou a instabilidade no médio Oriente e Norte de África. O anterior Governo português comprometeu-se a atingir um gasto de defesa de ao menos 1,5 por cento do PIB em 2024, ainda retirado de dois por cento a que se comprometeram os países. O apresentará o Executivo de Pedro Sánchez um plano realista para atingir esse intuito em 2024? Aspiro que todos os aliados cumpram a promessa que fizeram, em 2014, e Portugal bem como, claro.
Há que relatar que a Espanha impediu os cortes e começou a aumentar o orçamento. Agradecemos a Espanha, a cooperação que faz pra segurança com estas missões. Agradecemos que Portugal seja sede de navios norte-americanos em Rota, equipados com o seu sistema de conflito Aegis. Esta é uma contribuição relevante, e permite que a OTAN se defender contra a crescente ameaça de mísseis balísticos e robustecer a nossa presença marítima desde o Mediterrâneo até o Mar Negro. Então, o EUA é o grande financiador da defesa europeia? EUA é muito essencial para a segurança europeia.
Não há forma de ter segurança e paz sem o elo transatlântico. O PIB dos EUA-PIB dos países europeus da OTAN, EUA, contudo Que medidas serão tomadas na Cimeira pra reforçar a segurança no Sul?
A OTAN neste momento está enfrentando as ameaças provenientes do Sul. Temos presença no Mediterrâneo, ajudando a confrontar a recessão migratória. Temos aviões e navios, apoiando a Operação Sophia da UE. Também ajudamos a que se cumpra o acordo entre a UE e a Turquia.
