A bem-aventurança (também chamada macarismo) é, na Bíblia, um gênero literário com mais de uma centena de exemplos, em tão alto grau no Antigo como no Novo Testamento. Tem antecedentes em escritos de outros povos, em especial do Egito. Na literatura grega, o termo “bem-aventurado” reserva-se, em uma primeira fase, os deuses para expressar a sua circunstância de seres situados acima das penas e fadigas esta terra. Assim, aplica-se o termo “μάκαρ” (“mákar”), mais antiga, todavia adepto “μακάριος” (“makarios”).
Por extensão, o termo “μακαρίτης” (que significa “bendito”) é, desde a sua primeira aparição na obra “Os Persas” (n° 633), do dramaturgo grego Ésquilo, aplicado de modo circunscrita aos falecidos. Diz-Se que os falecidos são “bem-aventurados” ou “bem-aventurados” em razão de que imediatamente estão isentos de angústia. O primeiro registro grego que se tem do termo “μακάριος” (“makarios”) descobre-se nas Odes Píticas 5,46 do poeta Píndaro, e, em seguida, torna-se comum em Aristófanes e Eurípides. Parece debochar a idéia geral de “ter sorte” e de “ser feliz”. Os textos veterotestamentarios, “ašrê” (ou ashrêy, אשרי) é um termo abstrato que é traduzido como “bem-aventurado”, que sempre se refere a pessoas, e nunca a coisas ou situações.
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Ao oposto da literatura grega que apresenta, em princípio, o termo “bem-aventurados” os deuses, os livros da Bíblia jamais aplicam a expressão “ašrê” a Deus. Não obstante, se coloca a satisfação em conexão a Deus, em razão de é considerado o distribuidor de toda essa “feliz”, “feliz”, “bem-aventurado” e que qualifica o possuidor da qualidade como “digno de alegria”.
Em muitos casos se adiciona um segundo filiado da expressão, que pode estar no tempo presente ou tempo futuro. Se está no tempo presente, aponta a explicação pela qual essa característica o faz feliz. Se está no tempo futuro, sinaliza as conseqüências que se seguem ou que continuarão a ser de posse da característica.
Entre elas destacam-se as que utilizam a palavra “já que” como início da segunda parte, e que são consideradas por ele mais realizadas. Como por exemplo: “bem-Aventurados os misericordiosos, em razão de eles alcançarão misericórdia” (Mateus 5:7). Muitas novas utilizam diferentes voltas literários (tais como, “em verdade vos digo”) ou nexos causais. Na Bíblia hebraica e do Antigo Testamento das Bíblias cristãs, abundam as proclamações do gênero chamado de bem-aventurança ou macarismo. No entanto, o sábio justificado, não limita teu horizonte a remuneração desejada neste universo. Mas não por aguardar a alegria se tem que desconhecer as trajetórias que levam a ela.
Tendo como exemplo, para descobrir que só Deus executa a satisfação, é necessário, às vezes, uma decepção. Contudo, com a chegada do desgosto, da “bem-aventurança” parece apagar. Jó, figura representativa do homem ferido, que perdeu todos os seus bens, seus filhos e sua saúde, um dos três supostos sábios, que lhe falou: “Feliz o homem a quem Deus corrige!
Não desprecies, pois que, a sua lição” (Jó 5:17), como se o sofrimento fosse a toda a hora um corretivo, uma lição dolorosa, no entanto saudável. Mas Jó não manifesta euforia alguma com essa resposta: “Ah, se eu pudesse pesadas pra minha tristeza, se os meus males se pusessem na balança juntos!
